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sexta-feira, 29 de junho de 2012

गेंद, pallo, ball, pelota...

Que fazem 1 indiano, 2 finlandeses, 2 noruegueses e 25 mexicanos?

Exato... fazem 30! E por uma linha, para compreender e, sobretudo, atingir a essência do futebol de qualidade.

Mais do mesmo, que o assunto é recorrente. Num só sprint, bateram à porta 4 países de 3 continentes distintos.

Os 2 vizinhos nórdicos, Finlândia e Noruega, são nações habituadas a topos cimeiros relativamente aos respetivos índices de riqueza, alfabetização, educação, esperança de vida, natalidade e que, entre outros, consubstanciam as medidas comparativas do respetivo índice de desenvolvimento humano de determinado país e a partir do qual se pode aferir a diferenciação entre países desenvolvidos, em desenvolvimento e subdesenvolvidos.

E estes, meus caros, são categórica e inequivocamente, desenvolvidos.

Não evidenciando índices tão prósperos quanto as nações do "velho continente" acima referidas, a Índia e o México também estão familiarizadas com a vanguarda nalguns temas: o 1.º é detentor da maior força de trabalho do mundo com mais de 500 milhões de pessoas e é  uma das economias de mais rápido crescimento no mundo. O 2.º, o país hispânico mais populoso do globo terrestre, com uma economia cada vez mais forte é um dos locais com maior n.º de património mundial da UNESCO, onde se evidencia Chichén Itzá, a cidade arqueológica da civilização maia, e o respetivo "campo de jogos dos prisioneiros", no qual, aqueles, jogavam o pitz, com uma bola que, supostamente jogada apenas com as ancas, joelhos, cotovelos e cabeça, devia ser introduzida através de um aro situado no topo de uma murada. Quem sabe, os primórdios do que viria a ser o desporto mais popular do mundo.

Controlando e rematando de imediato, especularia apontar a interlocução das visitas para Jari Litmanen e Sami Hyypiä (Finlândia), Ole Gunnar Solskjær e John Carew (Noruega), Baichung Bhutia (Índia), Hugo Sánchez, Jared Borgetti e os Mariachi Vargas De Tecalitlán (México)... É que, por vezes, dar música ao adversário é estratégia a ponderar.

Enfim, não se pode ser bom em tudo... Eles têm, no geral, mais recursos humanos, naturais, tecnológicos e financeiros. Nós, uma horta urbana, enquadramento saloio e mais craques. Mais e melhores!

Tervetuloa, tukea tiimimme. Palaan! Velkommen, støtte vårt team. Kommer tilbake! स्वागत है, हमारी टीम का समर्थन करते हैं. वापस आ रहा है! Bienvenida(o), apoyar a nuestro equipo. Siempre volviendo!

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Puto, suman, espasol, bibingka, sapin-sapine, biko e kakanin: 2-3-1 de ataque em hidratos de carbono

Fica longe e os habitantes têm nome de biscoito...

Sensivelmente a 12.156 km, a contar da lápide do Cabo da Roca a Intramuros, Manila, nesse país ao largo da Tailândia e Indonésia, vizinho da Malásia, local do qual já obtivemos (e continuamos a obter) vestígios de presença.

Descoberto há 591 anos pelo português Fernão de Magalhães, reportamo-nos ao arquipélago da República das Filipinas, e a distância que se refere no paragrafo anterior é praticamente idêntica à que a separa do 1.º classificado no ranking da FIFA e que a coloca entre as piores seleções do continente asiático e do mundo.

Com efeito, apesar de estar na origem da Confederação de Futebol da Ásia, nunca logrou obter qualificação para a fase final da Taça das Nações Asiáticas. Idem para o Campeonato do Mundo.

As principais figuras desportivas das Filipinas resumem-se, genericamente, a 2 craques do xadrez e ao boxer super campeão, Manny Pacquiao.

Que não se julgue que o futebol é ignorado e que não se pratica. Errado. Pratica-se, joga-se é mal. E muito! Daí o registo em busca da qualidade, classe e genialidade das vedetas do Bonjardim.

Vai uma aposta?

Babalik. Football ay kalidad sa aming koponan!

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Wieliczka, Vistula, Tratas, Floresta Bialowieza e Auschwitz

O título não deixa margem para duvidas.

País que faz fronteira com outras 7 nações, banhado pelo mar Báltico a norte, que foi ocupado e severamente fustigado pela Alemanha nazi, aquando da 2.ª guerra mundial.

Falamos da Polónia.

À semelhança do nosso país, o desporto mais popular é o futebol, cujas equipas mais conhecidas são o Wisła Kraków e o Legia Warsaw, também conhecido por Légia de Varsóvia.

O ponto mais alto do seu palmarés futebolístico consiste, e bem, na medalha de ouro nos jogos olímpicos de Munique em 1972.

Como já referido quando do post relativo à aparição da Ucrânia, a Polónia será, juntamente com aquela, sede do Euro 2012.

Entre as figuras de maior relevo ao nível do futebol encontram-se , entre outros, Grzegorz Lato, Włodzimierz Lubański, Kazimierz Deyna, Zbigniew Boniek, Władysław Antoni Żmuda e Jerzy Dudek.

Mais uma nação para o lote de olheiros, cujas cores predominantes são as mesmas que os nossos craques envergam. E que bem lhes ficam.

Witamy! Wsparcie naszego zespołu! Zawsze wyświetlane

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Precisão, neutralidade, tulipas e tamancos

Precisão e neutralidade: duas características bastante úteis num jogador de futebol: a primeira, no passe e na finalização, a segunda, nas questões subjetivas do jogo em si, nomeadamente, no não envolvimento em atitudes provocatórias, ignorando-as, recusando-as.

Todavia reportam a um destino mais laboral que turístico para muitos portugueses, o suficiente para se justificarem como uma das maiores comunidades de estrangeiros na terra do canivete mais famoso de todos: a Suiça.

Sem expressão futebolística digna de registo, foi, juntamente com a Áustria, organizadora do campeonato europeu de futebol de 2008, não tendo conseguido passar a inicial fase de grupos. Crê-se que, provavelmente, tem em Stéphane Chapuisat,  a figura maior de que há memória.

Tulipas e tamancos, à primeira vista, nada conferem ao futebol ou sequer à respetiva utilidade para à pratica. No entanto, ninguém diria, que se tratam de 2 dos símbolos culturais de um país com grande tradição futebolística: a Holanda.

2 vezes campeão europeu sub. 21, 3 vezes finalista vencido no campeonato do mundo, campeão europeu em 1988, deu à luz jogadores de renome mundial e germina em continuidade: Johan Cruyff, Marco van Basten, Frank Rijkaard, Ruud Gullit, Ruud van Nistelrooy, Ronald Koeman, Edwin van der Sar e Dennis Bergkamp, são alguns dos grandes exemplos (os maiores, talvez) do passado. Do presente, Clarence Seedorf, Rafael van der Vaart, Robin van Persie, Klaas-Jan Huntelaar e Arjen Robben serão, provavelmente, os nomes mais sonantes.

2 países de antagonismo latente no que reporta ao futebol e que em comum têm a coincidência do fabrico de queijo, mas que não se esqueceram de se atualizar nas notícias dos verdadeiros craques. O nossos, pois claro.

Herzlich Willkommen! Immer unterstützen Sie unser Team!
Welkom! Altijd steunen ons team!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

De mar a mar

O Sr. que se segue é, simplesmente, o 2.º maior país do mundo em área total e mais vos confidencio: durante anos, a minha geração, "bebeu-o", seco, sobretudo no formato ginger ale...

Apresento-vos o Canadá.

Sem delongas, remato para uma nação sem grande historial futebolístico, onde imperam sobretudo desportos de - passo o termo - "taco na mão", no caso o lacrosse e o hóquei no gelo, sendo que neste último é considerada como a melhor seleção do mundo, detentora de 24 títulos mundiais e 8 medalhas de ouro nos jogos olímpicos de inverno. Ah... (espantem-se... ou não) uma das grandes estrelas da equipa, Mike Ribeiro, é de descendência portuguesa.

Por outro lado, o futebol surge como uma modalidade amadora, mais direcionada para os escalões juvenis. Provavelmente, nessa sequência foi a nação anfitriã do campeonato do mundo de futebol sub. 20 em 2007, tendo a sua participação ficado apenas pela fase de grupos, com um registo de 3 derrotas e 0 golos marcados, o que eventualmente se justifica pela falta de investimento no que é globalmente intitulado como o desporto mais popular de todos.

Considerado como um dos países mais ricos e desenvolvidos do mundo, muito haveria para aprender e partilhar com estes Srs., como a retribuição de alguma mais valia numa área onde, claramente, pouco ou nada se lhes sobressai, o que por si só já se afigura como uma tarefa com algum quê de complexidade...

Assim, excluindo temáticas secundárias tais como economia, política, educação, cultura, ciência e tecnologia, neste momento, só se me alvitra uma: futebol e de finíssimo recorte técnico.

Para quando a parceria?

Wellcome and stay tuned! Always support our team!

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Para lá da Taprobana

É, até à data e ao que tudo indica, o mais remoto acesso registado pelas estatísticas do Blogger ao Olheiro.

Em linha reta, qualquer coisa como 16.168,968 km de distância! Duvidas? Nesse caso, sugiro-vos confirmação por via de viagem de circunavegação ou adaptação ao género do caminho marítimo para a Índia. Dali para acolá é só um pulinho, já que falamos daquela massa continental situada em frente à Tasmânia.

Banhada pelos oceanos Indico e Pacífico, e atual detentora do título de campeã da Taça Asiática de Futebol Feminino (competição equivalente ao Campeonato Europeu entre seleções) é mais um dos países observadores, cuja tradição desportiva, curiosamente, não pende para o futebol (apesar da influencia britânica e da popularidade da modalidade), mas antes para desportos como o críquete, hóquei em campo, rugby e natação, onde se destacam com uma pluralidade de títulos olímpicos e mundiais.

Pormenores que não obstam à procura de outras realidades, verdades, horizontes, experiências, culturas e protagonistas. Graças a essa curiosidade, algures no continente mais pequeno do mundo, houve quem tivesse o bom gosto de se estatelar na causa que todos (espero) abraçamos: o melhor para os nossos craques, se possível, em regime de tudo incluído.

Regime esse que, a título de exemplo, dava jeito na tropical Queensland... Na Austrália, pois claro.

Aussie rules, football rocks! Wellcome! And always support our team!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Hambo, tango e samba

É inevitável.

Seguem para o rol de visitantes mais três nações "espiãs" dos feitos dos nossos artistas: Suécia, Argentina e Brasil, este 2 últimos, colossos do futebol mundial: o 1.º, 2 vezes campeão do Mundo, o 2.º, 5! Isto sem invocar a enorme quantidade de outros títulos amealhados por ambas, como a Copa América, Taça das Confederações, Jogos Pan-americanos e Jogos Olímpicos.

Ainda que se possa aferir como o elo mais fraco desta troika (até porque em termos futebolísticos poucas equipas/nações podem competir com palmarés daqueles níveis), o modesto currículo da Suécia é, ainda assim, composto por uma medalha de ouro nos Jogos Olímpicos, feito alcançado por muito poucos, onde, a título de exemplo, não se incluí o Brasil que, apesar de penta campeão mundial, nunca logrou alcançar aquele metal precioso.

No que toca à matéria prima, aos artistas, aos most value players, a lista corre o risco de ser interminável, senão vejamos:

Bebeto, Pelé, Ronaldo, Zico, Roberto Carlos, Rivaldo, Kaká, João Almeida, Romário, Kafu, Luís Fabiano, Afonso Simão, Robinho, Taffarel, Socrates, Gabriel Gonçalves, Garrincha, Jorge Valdano, Adriano, Rodrigo Braga, Tostão, Careca, Neymar, André Filipe, Zico, Juan Román Riquelme, Alfredo Di Stefano, Henrique Lopes, Lionel Messi, Mario Kempes, Ronaldinho Gaúcho, Vasco Pereira, Pablo Aimar, Martin Palermo, Diego Armando Maradona, Diogo Nobre, Gabriel Batistuta, Javier Saviola, Hernán Crespo, José Maciel, Esteban Cambiasso, Sergio Goycochea, Juan Sebastián Verón, Miguel Passos, Roberto Ayala, Fernando Redondo, Claudio Lopez, Eduardo Evangelista, Sergio Goycochea, Daniel Passarella, Diego Simeone, Rui Rebelo, Alberto Tarantini, Carlos Tévez, Jorge Burruchaga, Gonçalo Gonçalves, Zlatan Ibrahimović, Thomas Ravelli, Fredrik Ljungberg, Gonçalo Rodrigues, Tomas Brolin, Gunnar Nordahl, Henrik Larsson, Diogo Carvalhinha, Gunnar Gren, Jonas Thern, Kurt Hamrin, Henrique Mariano, Stefan Schwarz, Lennart Skoglund, entre outros...

Exato. Nacionalidades à parte, optei por equilibrar a lista elevando na qualidade e na jovialidade, considerando que, salvo raras exceções, grande parte das estrelas invocadas são atualmente valiosas antiguidades ou grandes jogadores em fim de carreira.

Esteticamente, pouco acresce, afinal são letras atrás de letras. Agora, tecnicamente, a lista de craques ganhou decididamente algo que na realidade não tinha: futuro!

Benvindos, bienvenidos, välkomna!

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Vai uma horilka?

Depois da Rússia, a Ucrânia, terra dos Cossacos, cuja independência da antiga União Soviética foi declarada a 24 de Agosto de 1991 e posteriormente reconhecida precisamente a 25 de Dezembro daquele mesmo ano, fazendo em breve 20 Primaveras. E atiram, V. Exas, o barro à parede: "É dia de Natal, pá!". Exacto, normalmente é... a menos que sejam oriundos de países eslavos, cuja calendarização se baseava no calendário juliano. Nestes, a festividade em causa comemora-se a 7 de Janeiro, ou seja, quando nós não eslavos, não ortodoxos, acabarmos de comemorar o Natal de 2011, eles prestam-se a festejar o de 2012.

Mas, cinjamo-nos ao que realmente é importante: os nossos craques, que são assunto prioritário, aguçam discussões e ribombam a oriente, na Crimeia e arredores, nação de futebol também, ou não fosse co-organizadora (com a vizinha Polónia) do Euro 2012, ainda que estreante ao nível de participações na mais importante competição europeia no que reporta às selecções.

Assim, de repente, por analogia, destacam-se duas correspondências em relação à nossa equipa: 1ª, são vistos como outsiders em relação aos seus (e pelos seus) mais directos adversários; 2ª, contam festejar a 7 de Janeiro. Nós também, em casa, com mais uma vitória.

Prepare-se a ialenka e venham de lá 2 horilkas e, já agora, um frango do campo, à Kiev, que no do Bonjardim só esporádicos deslizes e escassas desatenções. Frangos é que não!

Ласкаво просимо, повертаючись. Завжди підтримуйте нашу команду. Kурорти необхідності...

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Petroleum & futebol: Que relação?

Toda, meus caros. Numa palavra: dinheiro. Em duas? Muito dinheiro!

Sobretudo se nos referimos a países que constituem o chamado Médio Oriente, termo utilizado à área geográfica que circunda as partes leste e sul do Mar Mediterrâneo e que se estende até ao Golfo Pérsico. No caso, reportemo-nos ao Catar.

Nação próspera em crude refinado e gaz natural, sinónimo de muita capacidade financeira para aquisições de vulto no âmbito do desporto rei que, e sobretudo nas últimas 2 décadas, têm proliferado em clubes como, Al-Sailiya Sport Club, Al-Rayyan Sports Club, Al-Gharafa Sports Club, Al-Kagoy Tah Sports Club ou mesmo Al-Arabi Sports Club. Exemplos disso são nomes como Josep Guardiola, Gabriel Batistuta, Stefan Effenberg, João Tomás, Franck Lebœuf, Romário, Frank e Ronald de Boer, etc.

Exacto. Perspicazes, hein? Há portugueses em cena. O jogador que actualmente enverga a camisola do Rio Ave fez sucesso naquele país nos anos 2006/2007, tendo inclusivamente jogando em 2 dos clubes acima referenciados, marcando um total de 29 golos em 28 jogos. Nada mau para o Catar e região circundante ao Estreito de Ormuz.

Porém, razoável para a região de Ponte de Frielas e imediações da Ribeira de Frielas/Póvoa, quando confrontados aqueles números com os actuais dados estatísticos dos nossos craques: 72 golos marcados em 14 jogos. Média de 5,14 golos por partida, à razão de 4,23 tentos per capita!

São indicadores que tornam crível que a busca por jogadores portugueses talentosos, se estenda  novamente a ocidente, mais concretamente a território circunscrito ou adjacente à várzea de Loures, entre o km 4 e 5 da A8, região particularmente profícua no género.

Aos desatentos e ao contrário do que eventualmente possa parecer relativamente a todos os demais, o 4º clube acima referenciado, não existe. Não consegui resistir...

!ترحيب! دعم النجوم لدينا! نحن بحاجة إلى غرف تغيير الملابس الجديدة! أعود

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

És tu, Sandokan, o "tigre"?


Vá lá, confessem! Qual dos cerca de 7 leitores deste blog, tirou uns dias de férias na semana passada para ir até à Malásia, visitar as Petronas Twin Towers e aceder ao Olheiro?

As estatísticas confirmam-no. Alguém provindo desse longínquo país, malaio ou não, passeou por aqui. Mas não espanta. Os resultados desportivo-exibicionais dos nossos artistas chegam longe, galgam fronteiras e não se ficam apenas pela área metropolitana da cidade de Moscovo, inclusive.

Não será à toa que o símbolo do nosso clube é uma clara alusão à época dos Descobrimentos, altura pela qual também "nós" chegámos precisamente à Malásia, e nos instalámos em Malaca.

Hoje, não será preciso ir tão longe em busca de especiarias e a eles, eventualmente, chegou a hora de retribuir o contacto cultural, até porque a língua portuguesa não lhes é, de facto, totalmente estranha, tanto mais que existem dialectos malaios com origens que reportam à presença portuguesa. A História sustenta-o.

Perguntarão alguns, o que leva um individuo, em território malaio, a procurar informação acerca dos nossos craques, para os lados de Ponte de Frielas? Sem certezas, e aliado aos motivos já referidos no 2º paragrafo, aposto na mesma razão que geralmente nos motiva à duradoura fidelidade a um determinado clube ou colectivo desportivo: um sentimento de  inexplicável paixão, hereditário, tantas vezes irracional, imaterial, que não se mede, não se vê, mas que se sente e que se quer bem. Também tinha em mente as bifanas da roullote, em sistema de take away, mas achei a hipótese anterior, ainda que menos nutritiva, mais pungente.

Poderão outros apostar na subsistência dessa remota e quase improvável possibilidade do, digamos, acesso por engano ou acaso... Ainda que admitindo a blasfémia, chamar-lhe-ia antes, sorte. Ao nível do "encontrar uma agulha num palheiro". Não é para todos e por ora, é direccionada algures para a Malásia.

Mengalu-alukan! Kembali.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

O Ponte é uma passagem...

É um facto. A Europa desperta inevitavelmente para o colosso de Ponte de Frielas. De um momento para o outro e quase em simultâneo, uma pluralidade de indivíduos, dois do Reino Unido, um de Espanha e outro de França, acedem às notícias dos nossos craques. E o que procuram? O de sempre: evidências de futebol de nível superior!

Observadores doutras colectividades de importância acrescida? Especula-se já: do Reino Unido, os rivais Manchester e Chelsea. De França a Espanha, eventualmente monsieur Zidane em harmonia com "el merengue" Mou. É que o mercado de Inverno não tarda...

Colossos à parte, há coincidências indiscutíveis: o Chelsea de Londres, tem o Tamisa (River Thames). O Ponte de Frielas, o Trancão (Trancan River); muito do conhecimento que se tem da localidade de Ponte de Frielas é, por certo, devida ao clube de futebol, tal como Manchester. E o Real Madrid, perscrutam V. Exas.? Meus caros, o CR7 antes de ser o que é, pisou o rectângulo de jogo do Bonjardim e é bem provável que essa experiência tenha contribuído para fazer a diferença na sua carreira futebolística. Ou isso ou as lufadas de vento com odor a vacaria... Adiante. Quaisquer das situações são, à sua maneira, decididamente marcantes.

"Saludos deportivos, toujours soutenir notre équipe! Keep on watching our Benjamin's effect. Bienvenidos, La Puente de Frielas vous attend."

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Da Rússia com amizade

Mais continentes na rota dos benjamins: o asiático. Sobejam 2... ou serão 3? Quantos de vós julgam ser 5? Pois, mas actualmente são 6 com a Antárctida/Antárctica. Por mim, tudo bem. Não espero acessos de pinguins-imperador ou de cardumes de krill.

Mas vamos ao que realmente interessa, a agremiação de outra super potência ao lote de observadores da nossa equipa. Todavia, com esta (maior país do mundo, cujo extenso território abrange 2 continentes: Ásia e Europa) tudo parece ficar literalmente "ali ao lado", incluindo a Mongólia que, com efeito, já esteve mais longe.

Outra nação que respira futebol, actual destino de vários jogadores portugueses e berço de um dos melhores guarda-redes que o universo desportivo já conheceu, Lev Yashin. Quase tão bom quanto os nossos...

“Добро пожаловать, всегда поддерживать нашу команду. Ибо, когда матрешка намекая на наших звездных игроков?”, que é como quem diz "Bem-vindos, apoiem sempre a nossa equipa. Para quando uma matrioshka alusiva aos nossos craques?"

Exacto, meus caros, merchandising. É prática comum nos grandes clubes.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Ponte no centro do mundo

Pode parecer incrível mas, ao contrário do que se poderia esperar, este site não é acedido apenas na zona da várzea de Loures. Pasmem-se, meus caros, a informação que ora vos veiculo é rigorosamente verídica: os arredores também acedem.

A julgar pelas estatísticas produzidas pelo blogger.com, o segundo maior número de “acessões” provêm – imagine-se – da Alemanha, logo seguido daquele país que se situa precisamente entre o México e o Canadá... Exacto, esse onde futebol se escreve com s. No topo, o nosso, claro, sempre na vanguarda do que de melhor se faz.

Quem diria?! Acessos provindos de duas super potências mundiais, a espreitar as vissicitudes dos benjamins do colosso de Ponte de Frielas... Não admira. O futebol praticado é de altíssimo nível.

Agora, desenganem-se aqueles que esperam um tradutor bilíngue... Para já bastam uns "Willkommen, unterstützung unseres teams. Und einladungen zum Oktoberfest, nicht ordnen sich?" e "Welcome and always support our team. Come to Frielas Bridge, near St. Anthony of horse riders", depois logo se vê.

Mal posso esperar por acessos da Mongólia e do Torcomenistão. Isso é que era.